sábado, 22 de agosto de 2009

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Letra de uma música de Osvaldo Monte Negro,




"" Metade.""


Que a força do medo que tenho, não me empeça de ver o que eu não sei;
Que a morte de tudo que acredito, não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim e o que eu grito, mas a outra metade e silencio
Que a música que ouço ao longe, seja linda ainda que tristeza;
Que a mulher que amo seja pra sempre amada, mesmo que distante.
Porque metade de mim e partido, mas a outra metade e saudades.
Que as palavras que eu falo, não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor;
Apenas respeitadas, como a única coisa que resta a um homem unundado de sentimentos
Porque metade de mim e o que ouso, mas a outra metade e o que calo.
Que esta minha vontade de ir embora, se transforme na calma e na paz que eu mereça;
E que esta tensão que me coroe por dentro, seja um dia recompensada.
Porque metade de mim e o que penso, mas a outra metade e um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso que eu me lembre ter dado na infância.
Porque metade de mim e a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei
Que não seja preciso mais que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito;
E que teu silencio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim e abrigo, mas a outra metade e cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba;
E que ninguém aceite complicar porque e preciso simplicidade pra fazela florecer.
Porque metade de mim e platéia, e a outra metade e canção.
Que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim e amor, e a outra metade também


Osvaldo Monte Negro



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Pensamentos ou um ensinamento?




A vida é como jogar uma bola na parede;
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bora for jogada com força, ela voltará com força;
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma
que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta;
não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir
aquilo que nós lhe oferecemos."


Albert Eistein



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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Poema de Carlos Drummond de Andrade



Memória


Amar o perdido
deixa confundido
este coração.

Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.

Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.



Carlos Drummond de Andrade



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domingo, 16 de agosto de 2009


Pintura Óleo sobre tela, trio fundo do mar
"Marina" Pintura a Óleo sobre Vinil


"Ideograma"
Pintura a óleo sobre vinil trabalhado com pasta de modelagem,
com os dizeres "Paz e Harmonia"